terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MINUTO DE SAUDADE ...

Nasço amanhã
E encanto-me com o novo
Meu tempo é tarde
Minuto de saudade
No rosto corado
A emoção invade
Você se aproxima
Ou apenas parte
Com nossas verdades
Suaves, sublimadas
Escritas no coração.
Relembro a canção
Que você murmurou
Quando por fim me amou ...

(Iveti Specorte)

“LEMBRE-SE de que colheremos...

“LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente,
aquilo que houvermos semeado.
Se estamos sofrendo, é por que estamos colhendo os frutos
amargos das sementeiras errôneas do passado.
Fique alerta quanto ao momento presente!
Plante apenas sementes de otimismo e de amor,
para colher amanhã os frutos doces
da alegria e da felicidade.
Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou.”

Minutos de Sabedoria 
(Carlos Juliano Torres Pastorino)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Amor, Perdas, Partidas e Saudades...



“Falar em perdas é falar em solidão, tristeza, desesperança, medo.”
Quando digo perdas, não estou me referindo apenas aos que morrem,
mas a todos que, de alguma forma, nos deixam prematuramente,
antes que estejamos preparados.
Um amigo que se muda para longe, um namoro interrompido abruptamente e
até mesmo um ente querido que se vai,
sempre provoca em nós uma sensação de vazio.
E por que isso?
Porque sofremos tanto mesmo sabendo que
estas perdas ou partidas inesperadas são inerentes à vida e que,
portanto, não podemos controlá-las?
Não saberia responder com precisão as perguntas acima, mas,
o que me parece mais coerente é que nunca estaremos prontos para
nos acostumarmos com a falta dos que amamos.
Por mais que saibamos que a qualquer instante eles nos faltarão,
temos sempre a predisposição em acreditarmos que
quem nos ama nunca nos trairia, nos privando de seu afeto, carinho e amor.
Lindo engano...
São justamente aqueles que amamos que mais nos machucam
com suas partidas inesperadas.
Vão-se sem aviso prévio e nos levam a felicidade, a fé na vida,
o equilíbrio.
O que fazer então?
Não amarmos?
Não nos permitirmos gostar de alguém pelo simples fato de que seremos,
mais cedo ou mais tarde, deixados para trás na vida,
entregues às nossas angústias e remorsos por não termos dito tudo
ou feito o suficiente por eles?
Creio que não.
Se há algo na vida que mais nos trás felicidade é sabermos que somos queridos e
não seria honesto nos privarmos de tal sentimento por covardia.
Um amor de pai e mãe, o carinho de um amigo ou afeto de uma relação
a dois deve sempre se sobrepujar ao medo da perda.
Porque ela é inevitável; o sentimento, não.
Esse deve ser exercitado todos os dias de nossas breves vidas.
Ele é o que nos move, nos dá o chão para que possamos caminhar
pela vida com a certeza de que, haja o que houver,
teremos sempre alguém com quem contar, que nos apoiará mesmo nos
momentos em que não tenhamos razão.
Esta, deve ser a maior lição deixada pelos que partem sem nos avisar.
Lembrar-nos que devemos sempre curtir aqueles que amamos com a
intensidade proporcional à brevidade de uma vida.
Porque, quando nos faltarem, saberemos que amamos e fomos amados,
que demos e recebemos todo o carinho esperado,
que construímos um sentimento que nenhuma perda poderá apagar.
Este sentimento transcende o espaço e o tempo,
não se limita ao contato físico.
Torna-se parte de nós, impregnado em nossa alma,
nos confortando nos dias difíceis,
sendo cúmplice de nossas vitórias pessoais,
norteando nossa conduta,
nos fazendo sentir eternamente amados.
Que me perdoem os físicos, mas, neste caso,
acredito sim que dois corpos podem ocupar o mesmo lugar no espaço.
Basta que permitamos sentir a presença dos que amamos dentro de nós,
como se fossem parte de nossa alma. Só assim seremos inteiros.
“Aqueles que amamos nunca morrem,
apenas partem antes de nós". 
(A.D)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Coisas que a vida ensina depois dos 40




Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. 
Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, 
não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, 
vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a 
cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, 
chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...
Artur da Távola

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz 2013

Olhar o relógio, palpitar o coração,
Desejar que a vida seja sempre melhor
Que os amores sejam sempre incansáveis
Que a pessoa amada jamais nos abandone

Reler a própria história e refletir nos próximos capítulos

Aqueles que não foram escrito mais que foram pensados.

Acabar o texto, o parágrafo ou frase que começou e... ponto.

Talvez ponto final. Talvez exclamação!

Quem sabe uma interrogação caia bem à frase que se perde?

Continuamos com as reticências...

Que fazemos nós com nossas vidas?

É tempo de pensar, de concentrar o positivismo e a fé.

De rever as metas e analisar o desempenho.

E se pouco foi feito. É tempo de reprogramar

Reprogramar os objetivos, rever os planos.

ter em meta novas buscas

E assim, continuar.

É hora de chorar pelas incertezas, pelas perdas e pelas alegrias que vivemos
ao decorrer deste ano.

É hora de relembrar e reler capítulos que ficaram inacabados

E contar uma anedota para se ganhar um sorriso

É hora de escrever suas frustrações, suas conquistas.

Seus desesperos.

Nada se perderá.

É hora de rever os conceitos e acreditar

Acreditar que o outro também pode

E por mais que não pareça, ele pode ser melhor.

É hora de contar o tempo.

O tempo do fim.

Tempo de contar os minutos

E escrever um novo capítulo.

Tempo de regredir para simplesmente começar.

E começar algo sempre novo.

Novo como o brotar das árvores que renasce pós a seca

Novo como o amor verdadeiro que renasce a cada dia.

Como o filho que nasce

E como a primeira palavra que profere.

Novo como o grito que se solta

Em meio à multidão.

Que peleja para erguer a cabeça e ver...

Ver o brilho das estrelas  com o clarão dos foguetes

É hora de olharmos o céu a ver a fagulha que se cairá.

Para  festejarmos o encanto da noite

Entrelaçado com a certeza de dias melhores.
É momento mais sublime
de olharmos juntos para a mesma direção: Jesus
e renovarmos nossa fé!

Feliz Ano Novo!!!







quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Palavras sem gestos....

O amor é provado no fogo,
na dura experiência de dar a vida pelo outro.
Caso contrário, não é amor; é ilusão.
Você sabe que alguém o ama
não pelo o que ele fala, mas
pelo que faz.
O amor não sobrevive de teorias.
Não adianta falar para seu filho
que o ama se seus gestos não 
correspondem a esse amor.
Palavras sem gestos não edificam.
Pe.Fábio de Melo

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A JANELA DO ONTEM

Vezes há que   me sufoco,
Com a poeira da saudade,
Levantada pelo vento das lembranças,
Na estrada do passado.
Enxergo rastros na areia morta:
Rastros de amigos perdidos no tempo,
De gostosos momentos vividos,
De mágoas sofridas;
De amores perdidos.
A janela do ontem é panorâmica...
Através dela enxergo coisas que não enxerguei;
Ouço o que não quis ouvir.
Fico a meditar:
Aonde foi parar tudo isso?
Estará tudo escondido em algum lugar,
Ou já se dissolveu por completo?
Se já nada existe, por que ficam em nossa memória,
Ecos, sombras, fantasmas, perfumes, músicas e cores?
Mas o agora também vai passar,
E se transformar em lembranças.
Preciso me afastar da janela do passado
E começar a olhar pela janela do presente,
Para não fazer do hoje,
Motivo de lembranças doídas, amanhã.
Quem vive muito no antes,
Morre no depois,
E eu não quero morrer amanhã,
Sem ter vivido o hoje.

Sá de Freitas